Lisboa, 1981. Vive e trabalha em Lisboa e Olho de Boi.
A sua investigação e prática artística debruçam-se sobre o Tempo. Interessa-se pela percepção (não representação) do Tempo através da manipulação da sua suspensão, distensão e compressão. Tempo enquanto variável que se pode manipular, como um parâmetro de uma equação. No seu trabalho, cada série é um projeto em aberto, uma linha em constante diálogo com as restantes séries. Os conceitos e princípios presentes na obra de Rui Soares Costa são a parcimónia, minimalismo, ausência, seminalidade, natureza e materialidade. O seu trabalho ocorre frequentemente em co-criação com o contexto envolvente.
Trabalha intimamente com música contemporânea, sendo os seus projetos acompanhados por bandas sonoras originais. Tem estabelecido uma colaboração estreita com o músico e artista multimédia André Gonçalves.
Integra coleções privadas e institucionais na Alemanha, Espanha, Holanda, Índia, Portugal e Suíça, tais como Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander y Cantabria (ES), Coleção da Biblioteca Nacional de Portugal (PT), Coleção Berardo (PT), Coleção Manuel de Brito (PT), Coleção José Costa Rodrigues (PT), Coleção Rita Talhas e Gonçalo Lima (PT), Colección Mouro Producciones (ES) e a Colección Art Fairs (ES).
É representado por Salgadeiras Arte Contemporânea.